domingo, 19 de julho de 2015

Não sais de mim, não saio de ti. Ainda assim não vamos a lugar nenhum.


Se neste momento decides virar-me as costas fica ciente do que acontece. É bom que tenhas certezas, porque eu estou cansada. Ora vens, ora vais, ora sabes o que queres, ora já não sabes. Já chega. Eu quero, mereço e posso mais. E se gostas tens que poder mais também. Não me contento, não estou satisfeita. 
Ai de ti, ai de ti que agora depois de me teres dado tanto vás. Isto não tem assunto. E começa a ficar bem definido na minha cabeça que da próxima não há volta. Gostar não chega. Amar não chega. E eu estou a interiorizar muito bem estas palavras. Quero mais! Acho que já tive o suficiente de partidas na minha vida. E olha que és uma excepção porque merecias muito bem que te mandasse à merda de vez de em quando. Percebes o que farei numa próxima? Então pensa bem! Posso muito bem amar-te, o que não chega para ser feliz. Mas, em contrapartida posso muito bem vir a ser feliz com alguém que não ame! Pensa. Chega. Quero-te e isso mata-me. Sabes lá tu o que queres. 
Merda para ti, merda para as tuas crises de identidade. Merda para a tua bipolaridade. Eu não sou isto! E garanto-te, garanto-te que não vou deitar uma única lágrima. 
Fazes ideia do que é olhar à minha volta e pensar 'podia ser eu', 'um dia vou estar assim, passear de mão dada, por aí..' ...merda para isto tudo! percebes? Chega de sonhar, é a hora ideal para ser eu a viver esses sonhos. E se tu não queres fazer parte deles, olha, então muito bem! Vai, brilha por aí, espelha o teu charme, mas não voltes! Sei que me estou a contradizer em relação ao texto anterior, mas estou extremamente cansada. Frustrada. Revoltada. Tudo. Merda para ti, merda para isto!
Por amor de deus, sê o homem da minha vida. Agora!

O meu coração vai sempre pertencer-te,

V.