domingo, 28 de junho de 2015

Para tudo, o tempo.






Nada normal. Assustador, complicado, repito, nada normal. Eu sei. Mas é o que é.
Chega a ser mágico. E eu sempre tive queda por coisas que na maioria das vezes me deveria afastar. Mas é o que é e eu aceito.
Nada teve um impacto igual, chega a tornar-se irreal. Impossível de explicar.
Aquele respirar, o aconchego daquele abraço, como se me tocasse a alma. É seguro. A sintonia perfeita. É um tremor dos pés à cabeça. É um 'quero mais' misturado com um 'vai embora'.
 É o que acontece quando um vulcão ama um tornado...e vice-versa. Uma catástrofe com o dobro da intensidade...é isso mesmo...intenso. Levado ao extremo. Puro. E ele sabe-o. Não quer acreditar, odeia sentir-se assim. Vai contra os princípios e as crenças dele, talvez seja o certo no tempo errado.
Desde então que fugimos, mas sempre sem sucesso. Temos necessidade, sede um do outro... procuramo-nos novamente, quanto mais não seja para termos de novo aquela sensação de 'brilho'...de equilíbrio.
Não é compreensível, mas lá no íntimo dele eu sei que ele o sabe...gostava ele de não saber.
Duas peças do mesmo puzzle. A vida encarrega-se, aliás...a vida já se encarregou.
Perdoa-me se te amo e é por te amar que hoje desisto. 


Teremos sempre a lua, lembras-te? 


Soulmate.